Nós todos somos o amanhã!

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Friday, 15 June 2012

REACESS - Feira Nacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

"Segundo o dicionário Aurélio, acessibilidade é a “condição de acesso aos serviços de informação, documentação, comunicação e a qualquer lugar”. Reabilitação é a “restauração à normalidade, ou ao mais próximo possível dela", Também pelo mesmo dicionário, inclusão é “o ato de incluir pessoas na plena participação de todo o processo educacional, laboral, de lazer etc., bem como em atividades comunitárias e domésticas”. Mas para atender a essas três palavras, são necessárias soluções em forma de conhecimentos e equipamentos e este é o objetivo da REACESS - Feira Nacional de Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade.

A Feira Reacess,  acontecerá nos dias , 29 e 30 de junho  e 01 de julho, no Rio Centro.

Sunday, 15 May 2011

Dia Internacional da Família


Celebramos o dia internacional da família desde 15 de maio, desde 1994 quando a ONU celebrou o ano internacional da família, através do tema “Família, Capacidades e Responsabilidades num Mundo em Transformação”. (No Brasil, a comemoração pelo Dia da Família foi instituida em 1963, pelo presidente João Goulart, no dia oito de dezembro).

Naquela época, a família era composta por pessoas ligadas através de laços sanguíneos, constituída por todos os parentescos, como pais, avós, tios, primos, netos, sobrinhos, dentre outros. Antigamente as famílias eram patriarcais, se apresentavam com um núcleo composto por marido, mulher e filhos, sendo o pai a figura do chefe da família.

Desde então o conceito de família mudou muito em razão das mudanças socioculturais, econômicas e religiosas, especialmente as conquistas da mulher no mercado de trabalho, tornando-as independentes dos maridos pelo fato de conseguirem se manter financeiramente. Se antigamente a família convencional era formada somente com o casamento, hoje em dia a família também decorre da união estável, da s uniões homoafetivas e da união de apenas uma pessoa com sua descendêcia (família monoparental) devendo receber o mesmo tratamento e a proteção do Estado.

A vida em família é muito importante pois as pessoas necessitam umas das outras. Inúmeras são as influências do ambiente social para a formação da personalidade humana mas, inegavelmente, a família é a mais importante de todas. É ela que proporciona as recompensas e punições, por cujo intermédio são adquiridas as principais respostas para os primeiros obstáculos da vida. É instituto no qual a pessoa humana encontra amparo irrestrito, fonte da sua própria felicidade. Obviamente, compartilhar momentos de afetividade com os parentes só faz bem para as pessoas, traz proximidade, calor humano, harmonia, amor, carinho, sentimentos que as pessoas precisam para serem felizes.

“Quando alguém começa a questionar os valores da família, ou é porque está sem valores, ou porque está sem família.”  (Pe. Zezinho)



Saturday, 7 May 2011

Dia nacional de prevenção a Alergia

Dia 07 de maio- Dia nacional de prevenção a Alergia!
 
Aproveitando a data, gostaria de pedir sua atenção especial a esse texto, que tem como objetivo informar as pessoas a respeito da APLV(Alergia a Proteínas do Leite de Vaca), a qual atinge cerca de 2,5% das crianças menores de 3 anos, e que se não for corretamente tratada e diagnosticada, pode se agravar e desencadear diversos sintomas graves, inclusive a morte.
 
Seja solidário,  leia com atenção o artigo a seguir, e repasse aos seus contatos! Faça a sua parte! 
 
 
O que é Alergia a proteínas do Leite de Vaca?
 

Também conhecida como APLV, a alergia ao leite de vaca é uma reação alérgica às proteínas presentes no leite de vaca e em seus derivados. A alergia pode ocorrer por conta de um contato prematuro com a proteína integral do leite quando ingerida pelo bebê. Logo que nascemos, o nosso intestino ainda está imaturo, e a ingestão dessas proteínas pode iniciar um processo de inflamação no aparelho digestivo. Se for diagnosticada correatmente, a APLV , pode ser tratada com dieta de exclusão dos alérgenos do cardápio do bebê ou da mãe, e quando seguida corretamente pode evitar várias complicações, tais como :desnutrição grave, déficit de crescimento, baixo ganho ponderal, entre outras...

É mais comum em qual idade?

A alergia ao leite de vaca atinge cerca de 2,5% dos bebês e crianças com menos de 3 anos, já os adultos, raramente têm a doença.


Quais os sintomas?

Geralmente portadores de APLV apresentam um ou mais sintomas como: vômitos, diarréia, dor abdominal, prisão de ventre, presença de sangue nas fezes, dermatites(vermelhidão na pele, descamação, pequenas bolhas e"pele grossa"), problemas respiratórios (asma, chiado no peito, rinite...), e emagrecimento.Apesar da maioria das pessoas não terem conhecimento, a alergia alimentar,  pode levar a reações alérgicas fortissímas e em casos extremos, inclusive reação anafilática .Essas reações  podem aparecer minutos, horas ou dias após a ingestão de leite de vaca ou seus derivados, de forma  persistente ou repetitiva, e independe da quantidade de alimento alérgeno ingerido, mas sim do grau de sensibilidade ao alimento. Estes sintomas também estão presentes em outras doenças, o que faz com que nem sempre o diagnóstico seja feito de forma rápida e correta,  sendo a APLV confundida com outras patologias.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é feito pelo médico, baseado em resultados de exames ou avaliação clínica, já que parte das alergias alimentares são alergias não mediadas por sangue, ou seja, nem sempre são descobertas por meio de exames. Dependendo das condições de saúde do paciente, pode-se também fazer o teste de provocação, que consiste na retirada dos alimentos alergênicos para melhora dos sintomas e depois, sua reintrodução, e então a observação de repetição ou não de sintomas, fechando assim o diagnóstico correto.
 
Uma criança APLV pode receber aleitamento materno?
 
Sim. A mãe deve e pode amamentar. O leite materno é o alimento ideal até os 6 meses de idade. Ele previne alergias e fortalece o vínculo entre mãe e filho. No caso de bebê alérgico, a mãe deverá seguir dieta especial sem leite e derivados, sempre sob orientação de médico ou nutricionista.

 
E se meu filho não for amamentado no peito,deve seguir alguma dieta especial?
 
Sim .É necessária a exclusão completa de leite de vaca e seus derivados, além dos alimentos industrializados que podem conter leite ou derivados, tais como: caseína, caseinato, soro de leite, proteínas  do soro, entre outras nomeclaturas. Também deverá ser necessário o uso de fórmula especial hipoalergênica, que será prescrita estritamente pelo pediatra.
 
Atenção :Leite de cabra, soja, ovelha, búfala também podem causar reações alérgicas e não são indicados no caso de APLV.
 
Com que idade a APLV tende a acabar?
 
Metade das crianças com APLV melhora por volta de um ano de idade. A maioria, cerca de 90%, está curada ao completar 3anos. São raros os casos de APLV  que persiste pelo resto da vida. No entanto, na APLV IgE-mediada cerca de 35% desses pacientes persistem sintomáticos.
 
Fatores hereditários:
 
Cerca de 80% de pessoas que tenham pai ou mãe com doenças alérgicas como asma ou rinite desenvolvem estas mesmas doenças! 
 
*Números divulgados pela ASBAI.
 
 
Luciana Carlos (mãe do Diego - 2 anos e Lucas - 7anos)

Tuesday, 15 March 2011

DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN

Precisamos abrir um espaço para  eventos importantes que merecem divulgação.

Abro um especial parêntesis para a participação da fisioterapeuta Dra. Carla Trevisan que acompanhou meu filho por aproximadamente 4 anos e é uma excelente profissional.




Universidade Federal do Rio de Janeiro
Centro de Ciências da Saúde
Instituto da Criança da UFRJ - IPPMG
Serviço de Genética Médica

DIA INTERNACIONAL DA SÍNDROME DE DOWN
Onde Está a Diferença?
Local: Salão Nobre – IPPMG/UFRJ
Dia 21 de março de 2011

Uma Jornada Muito Especial

8h - Café da manhã

9h – Abertura – Prof. Edimilson Migowski - Diretor IPPMG
                          Enf. Bruno Leite Moreira - vice-diretor IPPMG

9h30 – 10h – Genética Médica na Atenção à Síndrome de Down - Profa. Marcia Ribeiro
                      Diretora Adjunta de Atividades Acadêmicas IPPMG/UFRJ

10h – 10h30 – A Reabilitação em Crianças com Síndrome de Down – Profa. Lívia Borgneth
                       Médica Fisiatra do Núcleo RDN/IPPMG

10h30 – 11h – Mecanismos de Apoio à Inclusão – Ana Paula Pacheco – Pedagoga
                        Profa. da Sociedade Síndrome de Down

11h – 12h – Relatos e Depoimentos

12h – 12h30 – Atenção Fisioterapêutica no SUS para a Síndrome de
                        Down – Dra. Carla Trevisan M. Ribeiro – Instituto Fernandes
                        Figueira/FIOCRUZ

12h30 – 13h – Segredos do Cérebro Humano – Prof. Stevens Rehen - LaNCE/UFRJ

13h – 13h30 - Apresentação de Grupo Dança Cigana - Sociedade Síndrome de Down

13h30 – Encerramento

14h – Confraternização

APOIO: FARMOQUÍMICA