Nós todos somos o amanhã!

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Saturday, 23 July 2011

COMPARTILHANDO E FAZENDO O BEM

Como mãe de uma criança portadora de necessidades especiais, conheço de perto a luta das famílias e todas as dificuldades enfrentadas na busca de diagnóstico, cura, conforto e qualidade de vida de seus entes queridos.

Vamos abrir aqui um canal para compartilhar informações  - quem estiver interessado em compartilhar também informações, pode enviar por email.

PARQUINHO ADAPTADO - um exemplo a ser seguido!

O que é bom precisa ser mostrado e elogiado - e, obviamente, se transformar em um exemplo a ser seguido.

Uma de nossas seguidoras nos enviou fotos da pracinha com parquinho adaptado para portadores de necessidades especiais. 

Adorei, é maravilhoso imaginar quantas crianças com necessidades especiais tem a chance de exercer seu direito ao lazer e poder conviver com outras crianças.     Vamos todos trabalhar para ampliar divulgar isso e contribuir para que outros parques como este sejam construidos.

Quem tiver informações sobre os fabricantes de brinquedos adaptados e onde podem ser adquiridos, favor nos enviar um email, para podermos contribuir com a construção de novas praças e playgrounds adaptadas.





Tuesday, 14 June 2011

EXCLUSÃO É BULLYING

 Exclusão social é bullying silencioso e geralmente subestimado, diz especialista 
A exclusão social – que leva ao ostracismo e solidão  – pode não deixar marcas visíveis, mas a dor que se sente é mais profunda e duradoura do que se imagina, aponta um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA.
“Ser excluído ou sofrer ostracismo é uma forma invisível de bullying e geralmente nós subestimamos seus impactos”, diz Kipling D. Williams, autor do estudo. “Ser excluído por colegas no colégio, no trabalho, ou mesmo cônjuges ou familiares pode ser insuportável. E como o ostracismo é uma experiência de três estágios – os atos iniciais de ser ignorado ou excluído, enfrentamento e resignação –, os sentimentos de dor podem ter efeitos duradouros. Pessoas e clínicos precisam estar atentos sobre isso e assim evitar depressão e outras experiências negativas”.

Segundo Williams, a dor da exclusão é física também. “Quando uma pessoa é isolada socialmente, o córtex cingulado dorsal anterior do cérebro, que registra a dor física, também sente essa injustiça social”, explica Williams. “Ser excluído, portanto, é doloroso porque ameaça as necessidades humanas fundamentais, que são o pertencimento e a autoestima. E essa dor pode ser sentida mesmo quando a exclusão é praticada por um desconhecido ou por um curto período”.

O estudo envolveu mais de 5 mil participantes em um jogo de computador, desenvolvido por Williams, no qual o foco era mostrar como apenas dois ou três minutos de exclusão podem provocar sentimentos negativos prolongados.

As reações à exclusão foram muito parecidas em todos os participantes. As formas de enfrentamento variaram, mas o mais comum foi o participante excluído assumir comportamentos que poderiam aumentar sua futura inclusiva, como obedecer a ordens, cooperar ou expressão de simpatia. “Mas se eles sentem que há pouca esperança para a reinclusão ou que têm pouco controle sobre suas vidas, podem recorrer ao comportamento provocativo e até mesmo agressão”, diz Williams. “Em algum ponto, a pessoa para de se preocupar em ser agradável e quer apenas ser notada”.

No entanto, se uma pessoa tiver sido isolada por um longo tempo, eles podem não ter capacidade para continuar a enfrentar, pois a dor persiste. “Algumas pessoas podem desistir”.

O terceiro estágio, de resignação, é quando as pessoas que foram isoladas estão menos esperançosas e mais agressivas do que as outras em geral. “Isso também aumenta a raiva e a tristeza, e o ostracismo de longo termo pode resultar em alienação, depressão, desamparo e sentimentos de indignidade”.

Williams agora está tentando entender melhor como pessoas excluídas podem ser atraídas a grupos com sentimentos mais extremistas e qual a reação de grupos de excluídos.

“Esses grupos proveem aos membros uma sensação de pertencimento, valor próprio e controle, mas podem fomentar o radicalismo e a intolerância e, talvez, uma propensão para a hostilidade e a violência”, diz. “Quando uma pessoa se sente excluída socialmente, ela perde o controle e o comportamento agressivo é um jeito de restaurá-lo. Quando esses indivíduos se juntam em um grupo, podem haver consequências negativas”, conclui.

com informações da Purdue University

Thursday, 9 June 2011

Bullying em Discussão na EMERJ

 

FÓRUM PERMANENTE DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DA JUSTIÇA TERAPÊUTICA
17 de junho de 2011
Das 10h às 17h
BULLYING – parte III: efeitos, conseqüências e diretrizes

10.00h - Abertura
Dra. Ivone Ferreira Caetano
Presidente do Fórum Permanente da Criança, do Adolescente e da Justiça Terapêutica e Juíza de Direito Titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital/RJ

10.20h – Palestra: “Cyberbulling: efeitos e conseqüências do assédio moral pela internet contra crianças e adolescentes”
Dra. Maria Cristina Milanez Werner
Psicóloga, sexóloga, terapeuta de casal e família
Mestre em Psicologia Clínica – PUC/RJ

11.20h – Palestra: “Convivência e violência no contexto escolar”
Prof. Mariângela da Silva Monteiro
Psicóloga Educacional
Professora de Psicologia - PUC/RJ

12.20h – Palestra: “Aspectos Jurídicos”
Dra. Simone Moreira de Souza
Defensora Pública - Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital

Mediador: Vereador Tio Carlos
Presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro

13.20h - Intervalo

MESA REDONDA – SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
15.00h – Palestra: “Um diálogo sobre as relações de ensino no espaço escolar - Contribuições de uma equipe interdisciplinar”
Profª. Mercia Cabral de Oliveira
Diretora do NIAP / SME

15.40h – Palestra: “A escola que produz saúde: Uma ação inter-setorial”
Profª Angélica Bueno Carvalho
Programa Nacional Saúde na Escola

16.20h – Palestra: “Construindo a cultura da Paz”
Profª Leticia Carvalho Monteiro
Projeto Educação para Paz: AME-Rio

17.00h – Encerramento

Wednesday, 8 June 2011

Reflexões sobre o Preconceito

Esta semana, refletindo sobre uma exigência escolar para que uma criança especial não frequentasse o pátio da escola e as inúmeras desculpas e explicações fornecidas pela instituição para tal atitude, tentando fazer parecer que a preocupação é com o bem estar da criança,  a situação me remeteu a uma cena do filme "Filadélfia", inspirado em uma história verídica.

O filme conta a história de um promissor advogado (Tom Hanks) que trabalha para tradicional escritório da Filadélfia e que foi despedido quando descobrem ser ele portador do vírus da AIDS.

Ele então, contrata os serviços de um advogado negro (Denzel Washington) para defender seus interesses, que é forçado a encarar seus próprios medos e preconceitos.

A cena em questão se passa na biblioteca onde o advogado enfermo está fazendo pesquisas sobre seu caso específico e o bibliotecário, ciente do tema e da visível doença,  o convida para utilizar uma sala reservada. O advogado recusa dizendo que está bem onde está  mas o funcionário insiste em encaminhá-lo para uma sala reservada tentando fazer parecer que é para seu conforto  então o advogado pergunta para o bibliotecário se o convite não seria para que ele, bibliotecário, se sentisse melhor...

Uma cena clara de preconceito velado, com a tentativa óbvia de se mascarar a verdadeira intensão do bibliotecário que, obviamente, não estava pensando no bem estar do advogado mas em segregá-lo e escondê-lo.

Vale a pena assistir novamente o filme e refletir sobre a situação.

Tuesday, 7 June 2011

Transplante de Medula - Precisamos de Doadores

Existem crianças precisando da nossa união e da nossa ajuda, vamos continuar com a campanha pela doação de medula e de sangue.



Um bebê de 9 meses que sofre de uma doença rara que reduz a imunidade., precisa de um transplante de medula óssea  como foi noticiado pela imprensa esta semana.







Outro rapazinho lindo, o  Joao Antonio, também precisa de um transplante para vencer a Leucemia.


O banco de doadores do Inca - Instituto Nacional do Câncer -  tem mais de dois milhões de pessoas, mas até o presente momento nenhuma pessoa compatível foi encontrada.


Para saber mais sobre o Transplante de Medula, basta recorrer ao INCA.

Saturday, 4 June 2011

Bullying no Colégio São Bento

Segundo reportagens, o adolescente admite que agrediu criança no São Bento.

As pessoas continuam falando sobre BRINCADEIRA e ACIDENTE:

Brincadeira é quando todos se divertem. Quando uma pessoa se diverte às custas do sofrimento alheio não é brincadeira, é bullying.

Acidente ocorre quando algo acontece por acaso, um acontecimento fortuito e não quando se sabe que a atitude é errada e se assume o risco de acontecer um resultado ruim!

Também não adianta esperar que o agressor vá dizer exatamente o que aconteceu porque neste momento ele já sabe que trata-se de algo muito grave e contará sua versão sempre omitindo e diminuindo os acontecimentos exercendo sua auto defesa e seu instinto de auto proteção.

Quanto aos pais que se manifestam a favor do colégio, estes estão pensando na imagem do colegio que escolheram para a educação do seus filhos e se esquecem que a criança que estava servindo de "bola" para o adolescente quicar ou jogar ou passar rasteira poderia ser o filho deles... graças a Deus desta vez não foi, MAS AMANHÃ PODE SER...   bullying não é brincadeira!