Nós todos somos o amanhã!

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Wednesday, 10 August 2011

Parte I - Arthur - Uma lição de vida, de amor e de superação

Arthur ainda não tem diagnóstico.

Passou seu primeiro ano de vida internado fazendo uso de leite de vaca. Em razão dos problemas de deglutição, ele era alimentado por sonda gástrica. Nos primeiros 4 meses de vida, época em que eu ainda tinha leite, passava horas ordenhando na esperança de que ele recebesse o leite materno mas o hospital se recusava a armazená-lo alegando ser ordem da ANVISA.  Depois de ver meu leite ser jogado no ralo várias vezes resolvi começar a bebê-lo e rezar para que se reciclasse e saisse novamente.

Minha mãe (pediatra) e eu lutamos para que fosse introduzido uma fórmula especial pois tinhamos certeza que ele não podia tomar leite de vaca mas as equipes eram irredutíveis e insistiam em refluxo gastro-exofágico grave.  Naquele ano ele passou por muitos problemas, alimentação parenteral, alimentação por infusão contínua de leite de vaca, reações alergicas inexplicas, aspiração contínua em razão de muita secreção, bronco-espasmo,  foi entubado, fez inúmeras apneias que podem ter causado lesoes cerebrais irreversíveis.

Nesse período ele passou por dois hospitais, 5 cirurgias. Foi desenganado por muitos.Só para se ter uma idéia geral de tudo o que passamos, a médica chefe do primeiro hospital, quando ele ainda tinha 2 meses de nascido me pediu que eu buscasse outro hospital pois "não queria que ele morresse nas mãos de sua equipe".
Ouvi de todos que meu filho era surdo, não sentaria, não andaria, não teria sequer controle de cabeça e, provavelmente não chegaria aos 5 anos.

Mas a fé move montanhas e milagres existem.  Finalmente conseguimos estabilizá-lo e, consequentemente, a possibilidade de levá-lo para casa desde que sob regime de internação domiciliar.

Fato é que ao ser transferido para internação domiciliar/home care, finalmente conseguimos provar aos médicos que ele apresentava uma intolerância alimentar grave (e que não aparece nos exames realizados) - a comprovação é somente clínica.  Em apenas uma semana tomando só PREGOMIN - a secreção secou em 90%, as apnéias frequentes deixaram de acontecer.

O período de transição para a fórmula Pregomin (que tem gosto horrível) foi o mesmo em que ele parou de usar sonda para se alimentar.  E, em razão da dificuldade de alimentá-lo pela boca, ele perdeu muito peso. Diante da dificuldade de alimentá-lo e da comprovada capacidade gástrica  reduzida, para tirá-lo da desnutrição a solução apresentada pelos médicos era uma gastrostomia  para colocá-lo em infusão contínua (o que evitaria a desnutrição mas faria com que houvesse desestímulo no uso da boca).  Obviamente, já tendo convivido com todos os problemas de uma colostomia por um ano, a solução não me pareceu aceitavel e propus uma "infusão contínua pela boca". 

Pedi ao médico que fizesse o calculo de calorias diárias necessárias para ele e depois calculamos o volume, o máximo de concentração que poderiamos usar da fórmula  e o que poderia ser adicionado ao volume reduzido para garantir um maior número de calorias por mililitro de dieta  (no caso do Arthur usamos TCM AGE e Nidex).  Parei de trabalhar e, juntamente com minha mãe, começamos a alimentá-lo de 10 em 10 minutos, inclusive de madrugada em pequenas quantidades e fomos adaptando o método de acordo com as necessidades dele (fome, sono, peso, etc). 

E tirei meu filho da desnutrição.  Ele é pesado frequentemente, as calorias diárias deles são calculadas religiosamente em formulário de evolução diária.  Neste formulário também são registrados todos os alimento testados e suas reações.

Após dois anos de dieta monótona tomando somente Pregomin fizemos um teste com proteína de leite sem lactose e ele apresentou reações cutâneas e broncoespasmo - levando o nutrólogo a determinar que fosse  descartado qualquer produto bovino, seja leite ou carne.  Foram proibidos, inclusive, vários medicamentos que continham substâncias  advindas do boi. Muita medicação que ele toma hoje é manipulada.  

Por conta disso, ele adquiriu a chamada NEOFOBIA - passando a recusar qualquer outro alimento (frutas e legumes) que estão sendo introduzidos aos poucos, um a um pois muitos não são por ele digeridos, outros causam outras reações extremas (constipação grave, diarreia grave, gases, distensão abdominal, etc.) - tudo só é ingerido se processado (por causa do distúrbio de deglutição) e misturado no leite.

Assim, por conta da Alergia Alimentar,  da Neofobia, do Distúrbio de Deglutição,  da Capacidade Gástrica Reduzida, o pouco alimento que ele consegue consumir deve ser processado, sem grumos e precisa ser misturado ao PREGOMIN para melhor aceitação.  Sem a fórmula Pregomin Arthur não tem como suprir suas necessidades nutricionais e calóricas diárias para sobreviver.  Todos os laudos médicos atestam que Arthur depende do uso da fórmula PREGOMIN para sua alimentação adequada, para uso contínuo e por tempo indeterminado.

Segundo um dos médicos do meu filho, " 5% das crianças que permanecem com os sintomas de alergia alimentar após os 5 anos de idade. Em geral, estes casos progridem com a alergia até a idade adulta e há diversos casos de adultos que não podem ingerir leite de vaca e derivados, realizando uma dieta seletiva deste alimento."     E meu filho pode estar entre eles. Apesar de normalmente as fórmulas hipoalergências serem usadas em crianças, normalmente até e 2 anos de idade, muitas outras crianças e até mesmo adultos podem necessitar fazer uso da fórmula para terem garantidos o seu direito a uma vida digna, sem sofrer com disnutrição ou ausência de determinados nutrientes necessários para a sobrevivência.

A nova apresentação da fórmula PREGOMIN, denominada PREGOMIN PEPTI não é recomendada para o Arthur pois trata-se de outra fórmula e, apesar de hidrolisada, é derivada do soro do leite de vaca, sendo de alto risco para crianças como Arthur.

A notícia de que a fórmula original do Pregomin está sendo retirada do mercado pelo fabricante “de uma hora para outra” e do fato do Pregomin Pepti (fórmula nova colocada no mercado) não poder substituir a fórmula original por razões óbvias demonstra o quão frágil e delicada é a situação de todas as crianças que dependem de fórmulas especiais para sobreviverem.  São todas reféns  de suas enfermidades e do interesse econômico da indústria  produtora de tais fórmulas. 

Precisamos encontrar uma fórmula semelhante ao Pregomin para garantir a vida não só do Arthur como a de outras crianças em situação semelhante. A
sugestão da troca do Pregomin pela fórmula Neocate, apresentada pela empresa Danone é um retrocesso, um absurdo considerando-se todo o desenvolvimento e progresso alcançados pelo Arthur, uma vez que trata-se de uma fórmula mais elementar e cujo uso prolongado tem vários efeitos colaterais, provocando inclusive “atrofia do aparelho digestório”.
 
O que faremos com nossas crianças que só podem tomar Pregomin?   Mesmo  que exista fórmula equivalente  crianças como meu filho vão ter que  ser internados para testar e vão ter que passar por um processo de adaptação a nova fórmula  - são crianças portadoras de necessidades especiais, muitas que não têm entendimento - não podemos trocar o alimento (paladar, consistência, etc)  de um dia para o outro... os alimentos  novos para estas crianças são testados e levam meses para adaptação!

Como uma empresa pode tirar do mercado, de um dia para o outro, um produto que é medicamento e garante a vida de inúmeras crianças sem  qualquer aviso prévio?    Uma fabricante de automóveis quando tira um carro de linha tem obrigação legal de garantir manutenção e peças por pelo menos 5 anos?

A Danone tem cadastro de todos os dependentes das fórmulas através do Programa Sabor de Viver  e deveria ter avisado, com antecedência sobre a retirada do produto do mercado. A alegação da de que não pode prestar informações ao Consumidor por conta  de norma da Anvisa e do Ministério da Saúde que proíbem veiculação de informações sobre leite para proteção do Aleitamento Materno  deve ser discutida e revista.   Avisar somente aos médicos que recebem seus laboratoristas e representantes em alguns poucos consultórios e hospitais também não exclui a responsabilidade e o descaso para com todas as crianças que estão sofrendo com a retirada do Pregomin.   O Aviso à comunidade médica deve ser feito de forma que alcance a todos, de preferência através do CRM.  Nenhum dos inúmeros médicos que acompanham meu filho soube que a fórmula estava para ser retirada do mercado antes do fato consumado.

Assim, além de protestar pela retirada do leite Pregomin do Mercado precisamos abrir uma discussão sobre toda a situação descrita  e a responsabilidade de todos os envolvidos:  pacientes, consumidores, empresas fornecedoras, Anvisa,  Ministério da Saúde e  rever a legislação sobre o caso.

Histórias de Vida e de Superação

Meu instinto materno sempre me fez relutar em contar a história do Arthur, para protegê-lo, divulgar o sofrimento dele me parecia muito invasivo.

Ocorre que, passados alguns anos, percebi que tudo na vida do Arthur só é alcançado através de uma batalha, e foram tantas.... hospital, home care, escola, leite... Mas o Arthur está aqui e nada e ninguém no mundo vai me fazer desistir de lutar por ele  - cada obstáculo nos deixa mais fortes e obstinados!
 
Ontem reencontrei uma amiga dos tempos de escola e, mais uma vez, ouvi alguém dizer que tem muita gente precisando do meu exemplo de força.  Assim, atendendo a pedidos, decidi postar aqui um breve relato da história do Arthur, esperando que sua luta e suas vitórias sejam fonte inspiração para tantas outras pessoas que passam por situações semelhantes ou piores e, às vezes, perdem as forças para continuar lutando.

Nosso maior segredo está no fato de enfrentarmos todos os problemas em família - uma família sempre unida,  de com alegria cada dia de vida e união e termos muita fé.

Aproveito a oportunidade para deixar um espaço aberto a qualquer pessoa que queira fazer o mesmo - a sua história pode dar forças para alguém continuar...

Para participar basta enviar sua história com o título "História de Vida" para o email contesuahistoria@consuelomachado.com.

Consuelo.

Tuesday, 9 August 2011

Parque Adaptado e Turismo Adaptado - por Simone Tavares

Nessas férias de julho estive na cidade de SOCORRO, SP  a 120 kms da capital. É uma cidade que faz parte do circuito das águas junto com Águas de Lindóia, Serra negra, etc. - cidades muito visitadas por quem procura banhos terapeuticos, sossego, compras de malhas...um roteiro gostoso e bastante familiar.

Mas para minha familia foi além...encontrei em Socorro a possibilidade do turismo adaptado , algo que ainda não conhecia.    

Nesta cidade, passeando pelo Horto Florestal nos deparamos com uma deliciosa surpresa, um parquinho adaptado com balanço e gira gira onde é possivel brincar na cadeira de rodas.  Tenho uma filha cadeirante de 9 anos e por mais que já tenha passeado (e muito!) com ela, nunca tinha visto nada assim. Eu moro em São Paulo(!) a cidade que tem tudo, dizem, mas aqui não tem parquinho para crianças especiais.Nunca vi. Conheço boa parte dos parques da cidade e não tem. 

Minha filha balançou e girou até enjoar..rs e foi uma delicia vê-la brincando de verdade, sem precisar de ninguem segurando, amarrando, prendendo ...ela brincou  feliz da vida. Verdade que o parquinho não estava lá essas coisas em matéria de conservação, havia ferrugem e foi preciso força para abrir as rampas de acesso... é preciso preservar!!  Quantas crianças poderiam se divertir ali!!
 
No dia seguinte fomos conhecer o hotel Campo dos Sonhos, onde é possivel visitar e participar das atividades mesmo sem estar hospedado e lá também pudemos nos divertir tranquilamente, havia sela para cavalo adaptada onde a pessoa com deficiencia pode ir sozinha no cavalo, charrete adaptada, passeio de trator e até esportes de aventura como arvorismo e tirolesa tudo adaptado, além de mais um parquinho esse bem conservado. Apesar do piso não ser muito adequado ao deslocamento de cadeira de rodas, um caminho mais lisinho facilitaria o passeio! Mas minha idéia aqui não é de criticar o que poderia ser melhor e sim elogiar o que vi de positivo em uma cidade que pensa na diversão de todos! 
 
Está aí o exemplo, nada muito complicado, todas as cidades poderiam ter isso. A inclusão é simples...é só querer. Vamos lá, campanha para parques adaptados para todos!!
 




Saturday, 23 July 2011

COMPARTILHANDO E FAZENDO O BEM

Como mãe de uma criança portadora de necessidades especiais, conheço de perto a luta das famílias e todas as dificuldades enfrentadas na busca de diagnóstico, cura, conforto e qualidade de vida de seus entes queridos.

Vamos abrir aqui um canal para compartilhar informações  - quem estiver interessado em compartilhar também informações, pode enviar por email.

PARQUINHO ADAPTADO - um exemplo a ser seguido!

O que é bom precisa ser mostrado e elogiado - e, obviamente, se transformar em um exemplo a ser seguido.

Uma de nossas seguidoras nos enviou fotos da pracinha com parquinho adaptado para portadores de necessidades especiais. 

Adorei, é maravilhoso imaginar quantas crianças com necessidades especiais tem a chance de exercer seu direito ao lazer e poder conviver com outras crianças.     Vamos todos trabalhar para ampliar divulgar isso e contribuir para que outros parques como este sejam construidos.

Quem tiver informações sobre os fabricantes de brinquedos adaptados e onde podem ser adquiridos, favor nos enviar um email, para podermos contribuir com a construção de novas praças e playgrounds adaptadas.





Tuesday, 14 June 2011

EXCLUSÃO É BULLYING

 Exclusão social é bullying silencioso e geralmente subestimado, diz especialista 
A exclusão social – que leva ao ostracismo e solidão  – pode não deixar marcas visíveis, mas a dor que se sente é mais profunda e duradoura do que se imagina, aponta um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA.
“Ser excluído ou sofrer ostracismo é uma forma invisível de bullying e geralmente nós subestimamos seus impactos”, diz Kipling D. Williams, autor do estudo. “Ser excluído por colegas no colégio, no trabalho, ou mesmo cônjuges ou familiares pode ser insuportável. E como o ostracismo é uma experiência de três estágios – os atos iniciais de ser ignorado ou excluído, enfrentamento e resignação –, os sentimentos de dor podem ter efeitos duradouros. Pessoas e clínicos precisam estar atentos sobre isso e assim evitar depressão e outras experiências negativas”.

Segundo Williams, a dor da exclusão é física também. “Quando uma pessoa é isolada socialmente, o córtex cingulado dorsal anterior do cérebro, que registra a dor física, também sente essa injustiça social”, explica Williams. “Ser excluído, portanto, é doloroso porque ameaça as necessidades humanas fundamentais, que são o pertencimento e a autoestima. E essa dor pode ser sentida mesmo quando a exclusão é praticada por um desconhecido ou por um curto período”.

O estudo envolveu mais de 5 mil participantes em um jogo de computador, desenvolvido por Williams, no qual o foco era mostrar como apenas dois ou três minutos de exclusão podem provocar sentimentos negativos prolongados.

As reações à exclusão foram muito parecidas em todos os participantes. As formas de enfrentamento variaram, mas o mais comum foi o participante excluído assumir comportamentos que poderiam aumentar sua futura inclusiva, como obedecer a ordens, cooperar ou expressão de simpatia. “Mas se eles sentem que há pouca esperança para a reinclusão ou que têm pouco controle sobre suas vidas, podem recorrer ao comportamento provocativo e até mesmo agressão”, diz Williams. “Em algum ponto, a pessoa para de se preocupar em ser agradável e quer apenas ser notada”.

No entanto, se uma pessoa tiver sido isolada por um longo tempo, eles podem não ter capacidade para continuar a enfrentar, pois a dor persiste. “Algumas pessoas podem desistir”.

O terceiro estágio, de resignação, é quando as pessoas que foram isoladas estão menos esperançosas e mais agressivas do que as outras em geral. “Isso também aumenta a raiva e a tristeza, e o ostracismo de longo termo pode resultar em alienação, depressão, desamparo e sentimentos de indignidade”.

Williams agora está tentando entender melhor como pessoas excluídas podem ser atraídas a grupos com sentimentos mais extremistas e qual a reação de grupos de excluídos.

“Esses grupos proveem aos membros uma sensação de pertencimento, valor próprio e controle, mas podem fomentar o radicalismo e a intolerância e, talvez, uma propensão para a hostilidade e a violência”, diz. “Quando uma pessoa se sente excluída socialmente, ela perde o controle e o comportamento agressivo é um jeito de restaurá-lo. Quando esses indivíduos se juntam em um grupo, podem haver consequências negativas”, conclui.

com informações da Purdue University

Thursday, 9 June 2011

Bullying em Discussão na EMERJ

 

FÓRUM PERMANENTE DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DA JUSTIÇA TERAPÊUTICA
17 de junho de 2011
Das 10h às 17h
BULLYING – parte III: efeitos, conseqüências e diretrizes

10.00h - Abertura
Dra. Ivone Ferreira Caetano
Presidente do Fórum Permanente da Criança, do Adolescente e da Justiça Terapêutica e Juíza de Direito Titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Comarca da Capital/RJ

10.20h – Palestra: “Cyberbulling: efeitos e conseqüências do assédio moral pela internet contra crianças e adolescentes”
Dra. Maria Cristina Milanez Werner
Psicóloga, sexóloga, terapeuta de casal e família
Mestre em Psicologia Clínica – PUC/RJ

11.20h – Palestra: “Convivência e violência no contexto escolar”
Prof. Mariângela da Silva Monteiro
Psicóloga Educacional
Professora de Psicologia - PUC/RJ

12.20h – Palestra: “Aspectos Jurídicos”
Dra. Simone Moreira de Souza
Defensora Pública - Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital

Mediador: Vereador Tio Carlos
Presidente da Comissão dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro

13.20h - Intervalo

MESA REDONDA – SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
15.00h – Palestra: “Um diálogo sobre as relações de ensino no espaço escolar - Contribuições de uma equipe interdisciplinar”
Profª. Mercia Cabral de Oliveira
Diretora do NIAP / SME

15.40h – Palestra: “A escola que produz saúde: Uma ação inter-setorial”
Profª Angélica Bueno Carvalho
Programa Nacional Saúde na Escola

16.20h – Palestra: “Construindo a cultura da Paz”
Profª Leticia Carvalho Monteiro
Projeto Educação para Paz: AME-Rio

17.00h – Encerramento